Decisões, por vezes tão fáceis de ser tomadas, por outras, nos trazem tantas dúvidas e inseguranças.
Mas o pior de tudo é a sensação de ter tomado a decisão errada, uma decisão que mudou a sua vida completamente, uma decisão irreversível. A certeza de que tudo jamais voltará a ser o que era, incomoda. A impressão de ter jogado o melhor pela janela é perturbadora.
Entretanto, esta mesma inquietação nos traz uma nova pergunta, nos exige uma nova decisão: e agora? O que é o melhor a fazer? Continuar tentando, resistir um pouco mais (como diz minha melhor amiga), ou retornar e tentar retomar do ponto em que se parou (sabendo que isto, na realidade, é praticamente impossível), qual é o melhor caminho? E se novamente errar?
Neste momento, a emoção grita para que retorne e tente, enquanto a razão diz: resista um pouco mais, pode ser apenas uma impressão errada, uma visão distorcida da situação, de tempo ao tempo. E então, se recorda que esta decisão que hoje causa tanta inquietude foi tomada de ímpeto e pela emoção. Destarte, para quem sempre foi extremamente racional, parece que se chega a uma conclusão plausível, seguir novamente a razão. Contudo mesmo assim, a confusão persiste e abespinha.(Daiane de Souza Santos)

Sou a favor de continuar em frente, melhor um arrependimento da decisão tomada, do que se arrepender de não ter tomado decisão nenhuma. Lindo Daaia! Passa no meu: jcrhp.blogspot.com.br beijos
ResponderExcluirObrigada Junooo!! É acho q realmente é melhor assim, valeu pela opinião... vou olhar sim, adoro tuas postagens, sempre vejo...
ExcluirBeijos...
Li sua postagem... Eu entendo as inquietações... Também as sinto muitas e muitas vezes... Como não é possível voltar no tempo, mudar o passado, as decisões tomadas, o que devemos fazer é seguir em frente, e quando possível, e sempre é possível: recomeçar! Recomeçar, assumindo as consequências, nem sempre benéficas dos nossos atos.
ResponderExcluirVocê me fez pensar novamente, e como você também opto pela racionalidade confiando que tudo que não agrada possa melhorar...
Nem sempre o recomeço é como gostaríamos, mas e dele que depende nossa evolução, nosso crescimento interior e exterior.